Toda família necessita de uma proteção especial...
segunda-feira, 31 de maio de 2010
domingo, 30 de maio de 2010
Amor, rosas e espinhos...

Amor que é amor dura a vida inteira. Se não durou é porque nunca foi amor...
O amor resiste à distância, ao silêncio das separações e até mesmo às traições, pois sem perdão não há amor. O teste é simples: diga-me quem você mais perdoou na vida, e então saberei dizer com precisão quem você mais amou!!!
Você o percebe no momento em que o outro fez tudo errado, e mesmo assim você olha nos olhos e diz: "Mesmo após tudo isso que você fez, eu não sei viver sem você se você não estiver por perto"...
Os jardineiros amam as flores e por isso cuidam de cada detalhe. O jardineiro sabe identificar que a ausência de flores não significa a morte absoluta da roseira, mas apenas um repouso para um futuro preparo. Se não há flores, talvez seja porque ainda não tenha chego o tempo de florir.
O mesmo acontece com o amor: flores e espinhos são belezas que se dão juntas. Não queira uma só. Elas não sabem viver sozinhas; quem quiser levar a rosa para sua vida, terá de saber que com ela vão inúmeros espinhos, e que a beleza da rosa valerá certamente o incômodo dos espinhos...
O amor resiste à distância, ao silêncio das separações e até mesmo às traições, pois sem perdão não há amor. O teste é simples: diga-me quem você mais perdoou na vida, e então saberei dizer com precisão quem você mais amou!!!
Você o percebe no momento em que o outro fez tudo errado, e mesmo assim você olha nos olhos e diz: "Mesmo após tudo isso que você fez, eu não sei viver sem você se você não estiver por perto"...
Os jardineiros amam as flores e por isso cuidam de cada detalhe. O jardineiro sabe identificar que a ausência de flores não significa a morte absoluta da roseira, mas apenas um repouso para um futuro preparo. Se não há flores, talvez seja porque ainda não tenha chego o tempo de florir.
O mesmo acontece com o amor: flores e espinhos são belezas que se dão juntas. Não queira uma só. Elas não sabem viver sozinhas; quem quiser levar a rosa para sua vida, terá de saber que com ela vão inúmeros espinhos, e que a beleza da rosa valerá certamente o incômodo dos espinhos...
quinta-feira, 27 de maio de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
Você cresceu sabendo o que são "limites"?

Nós somos a primeira geração de pais decididos a não repetir com os filhos os erros de nossos progenitores, onde tentamos, com o esforço de abolirmos os abusos do passado, sermos os pais mais dedicados e compreensivos possíveis. Mas, por outro lado, os MAIS BOBOS E INSEGUROS que já houve na história!!!
A questão é que estamos lidando com crianças mais “espertas” do que nós, e acima de tudo ousadas e mais “poderosas” do que nunca!
Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ser, passamos de um extremo ao outro.:
* Somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais, e a primeira geração de pais que OBEDECEM A SEUS FILHOS...
* Fomos os últimos que tivemos medo dos pais e os primeiros que TEMEMOS OS FILHOS...
* Os últimos que cresceram sob o mando dos pais e os primeiros que VIVEM SOB O JUGO DOS FILHOS...
* Mas o pior é saber que fomos os últimos que respeitamos nossos pais e os primeiros que aceitamos que nossos filhos nos FALTEM COM O RESPEITO!!!
À medida que o permissível substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudaram de forma radical. Com efeito, antes se considerava um bom pai aquele cujos filhos se comportavam bem, obedeciam suas ordens, e os tratavam com o devido respeito. E consequentemente eram considerados bons filhos as crianças que eram formais e veneravam seus pais.
Porém, à medida em que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram se desvanecendo, hoje os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, ainda que pouco (ou nada) o respeitem. E o pior: são os filhos quem agora esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem suas ideias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver, e que ainda por cima patrocinem no que necessitarem para tal fim.
OS PAPÉIS SE INVERTERAM: são os pais que têm que agradar a seus filhos para “ganhá-los”, e não o inverso, como no passado.
Isto explica o esforço que fazem tantos pais e mães para serem os melhores amigos e “darem tudo” a seus filhos. Se o autoritarismo suplanta, O PERMISSÍVEL SUFOCA!!!
A questão é que estamos lidando com crianças mais “espertas” do que nós, e acima de tudo ousadas e mais “poderosas” do que nunca!
Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ser, passamos de um extremo ao outro.:
* Somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais, e a primeira geração de pais que OBEDECEM A SEUS FILHOS...
* Fomos os últimos que tivemos medo dos pais e os primeiros que TEMEMOS OS FILHOS...
* Os últimos que cresceram sob o mando dos pais e os primeiros que VIVEM SOB O JUGO DOS FILHOS...
* Mas o pior é saber que fomos os últimos que respeitamos nossos pais e os primeiros que aceitamos que nossos filhos nos FALTEM COM O RESPEITO!!!
À medida que o permissível substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudaram de forma radical. Com efeito, antes se considerava um bom pai aquele cujos filhos se comportavam bem, obedeciam suas ordens, e os tratavam com o devido respeito. E consequentemente eram considerados bons filhos as crianças que eram formais e veneravam seus pais.
Porém, à medida em que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram se desvanecendo, hoje os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, ainda que pouco (ou nada) o respeitem. E o pior: são os filhos quem agora esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem suas ideias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver, e que ainda por cima patrocinem no que necessitarem para tal fim.
OS PAPÉIS SE INVERTERAM: são os pais que têm que agradar a seus filhos para “ganhá-los”, e não o inverso, como no passado.
Isto explica o esforço que fazem tantos pais e mães para serem os melhores amigos e “darem tudo” a seus filhos. Se o autoritarismo suplanta, O PERMISSÍVEL SUFOCA!!!
segunda-feira, 24 de maio de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
A roupa faz diferença?

Sem maiores preocupações com o vestir, o médico conversava descontraído com o enfermeiro e o motorista da ambulância, quando de repente uma senhora, toda elegante, desembarcou de seu luxuosíssimo carro, e chegando de de forma muito rude pergunta:
- Vocês sabem onde está o médico do hospital?
Com tranqüilidade o médico respondeu:
- Boa tarde, senhora! Em que posso ser útil?
Olhando o médico de alto a baixo, e tm tom mais ríspido ainda, retorquiu:
- Será que o senhor é surdo? Não ouviu que estou procurando pelo médico?
O médido, mantendo-se calmo, contestou:
- Boa tarde, senhora! O médico sou eu, em que posso ajudá-la ?!?!
- Como?!?! O senhor?!?! Mas com essa roupa?!?!
- Ué! Eu pensei que a senhora estivesse procurando um médico e não uma mera vestimenta...
- Ah, queira desculpar-me, doutor! É que trajado desta forma, o senhor nem parece um médico...
- Olhando sob esse prisma, preciso concordar veementemente com a senhora... as vestes realmente parecem não dizer muitas coisas, mesmo, pois quando a vi chegando, tão bem vestida, elegante, senhora de si, dona da situação, pensei que a senhora fosse educadamente desejar uma "boa tarde!", mas como se vê, o ouro de uma roupa logo se transforma no mais mal-cheiroso barro...
- Vocês sabem onde está o médico do hospital?
Com tranqüilidade o médico respondeu:
- Boa tarde, senhora! Em que posso ser útil?
Olhando o médico de alto a baixo, e tm tom mais ríspido ainda, retorquiu:
- Será que o senhor é surdo? Não ouviu que estou procurando pelo médico?
O médido, mantendo-se calmo, contestou:
- Boa tarde, senhora! O médico sou eu, em que posso ajudá-la ?!?!
- Como?!?! O senhor?!?! Mas com essa roupa?!?!
- Ué! Eu pensei que a senhora estivesse procurando um médico e não uma mera vestimenta...
- Ah, queira desculpar-me, doutor! É que trajado desta forma, o senhor nem parece um médico...
- Olhando sob esse prisma, preciso concordar veementemente com a senhora... as vestes realmente parecem não dizer muitas coisas, mesmo, pois quando a vi chegando, tão bem vestida, elegante, senhora de si, dona da situação, pensei que a senhora fosse educadamente desejar uma "boa tarde!", mas como se vê, o ouro de uma roupa logo se transforma no mais mal-cheiroso barro...
quinta-feira, 20 de maio de 2010
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