domingo, 30 de maio de 2010

Amor, rosas e espinhos...


Amor que é amor dura a vida inteira. Se não durou é porque nunca foi amor...

O amor resiste à distância, ao silêncio das separações e até mesmo às traições, pois sem perdão não há amor. O teste é simples: diga-me quem você mais perdoou na vida, e então saberei dizer com precisão quem você mais amou!!!

Você o percebe no momento em que o outro fez tudo errado, e mesmo assim você olha nos olhos e diz: "Mesmo após tudo isso que você fez, eu não sei viver sem você se você não estiver por perto"...

Os jardineiros amam as flores e por isso cuidam de cada detalhe. O jardineiro sabe identificar que a ausência de flores não significa a morte absoluta da roseira, mas apenas um repouso para um futuro preparo. Se não há flores, talvez seja porque ainda não tenha chego o tempo de florir.

O mesmo acontece com o amor: flores e espinhos são belezas que se dão juntas. Não queira uma só. Elas não sabem viver sozinhas; quem quiser levar a rosa para sua vida, terá de saber que com ela vão inúmeros espinhos, e que a beleza da rosa valerá certamente o incômodo dos espinhos...


quinta-feira, 27 de maio de 2010

terça-feira, 25 de maio de 2010

Você cresceu sabendo o que são "limites"?


Nós somos a primeira geração de pais decididos a não repetir com os filhos os erros de nossos progenitores, onde tentamos, com o esforço de abolirmos os abusos do passado, sermos os pais mais dedicados e compreensivos possíveis. Mas, por outro lado, os MAIS BOBOS E INSEGUROS que já houve na história!!!

A questão é que estamos lidando com crianças mais “espertas” do que nós, e acima de tudo ousadas e mais “poderosas” do que nunca!

Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ser, passamos de um extremo ao outro.:

* Somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais, e a primeira geração de pais que OBEDECEM A SEUS FILHOS...

* Fomos os últimos que tivemos medo dos pais e os primeiros que TEMEMOS OS FILHOS...

* Os últimos que cresceram sob o mando dos pais e os primeiros que VIVEM SOB O JUGO DOS FILHOS...

* Mas o pior é saber que fomos os últimos que respeitamos nossos pais e os primeiros que aceitamos que nossos filhos nos FALTEM COM O RESPEITO!!!

À medida que o permissível substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudaram de forma radical. Com efeito, antes se considerava um bom pai aquele cujos filhos se comportavam bem, obedeciam suas ordens, e os tratavam com o devido respeito. E consequentemente eram considerados bons filhos as crianças que eram formais e veneravam seus pais.

Porém, à medida em que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram se desvanecendo, hoje os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, ainda que pouco (ou nada) o respeitem. E o pior: são os filhos quem agora esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem suas ideias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver, e que ainda por cima patrocinem no que necessitarem para tal fim.

OS PAPÉIS SE INVERTERAM: são os pais que têm que agradar a seus filhos para “ganhá-los”, e não o inverso, como no passado.

Isto explica o esforço que fazem tantos pais e mães para serem os melhores amigos e “darem tudo” a seus filhos. Se o autoritarismo suplanta, O PERMISSÍVEL SUFOCA!!!

domingo, 23 de maio de 2010

A roupa faz diferença?


Sem maiores preocupações com o vestir, o médico conversava descontraído com o enfermeiro e o motorista da ambulância, quando de repente uma senhora, toda elegante, desembarcou de seu luxuosíssimo carro, e chegando de de forma muito rude pergunta:
- Vocês sabem onde está o médico do hospital?

Com tranqüilidade o médico respondeu:
- Boa tarde, senhora! Em que posso ser útil?

Olhando o médico de alto a baixo, e tm tom mais ríspido ainda, retorquiu:
- Será que o senhor é surdo? Não ouviu que estou procurando pelo médico?

O médido, mantendo-se calmo, contestou:
- Boa tarde, senhora! O médico sou eu, em que posso ajudá-la ?!?!

- Como?!?! O senhor?!?! Mas com essa roupa?!?!

- Ué! Eu pensei que a senhora estivesse procurando um médico e não uma mera vestimenta...

- Ah, queira desculpar-me, doutor! É que trajado desta forma, o senhor nem parece um médico...

- Olhando sob esse prisma, preciso concordar veementemente com a senhora... as vestes realmente parecem não dizer muitas coisas, mesmo, pois quando a vi chegando, tão bem vestida, elegante, senhora de si, dona da situação, pensei que a senhora fosse educadamente desejar uma "boa tarde!", mas como se vê, o ouro de uma roupa logo se transforma no mais mal-cheiroso barro...